O volume de exportação de frutas frescas chilenas diminuirá e o valor aumentará em 2023

Durante o período janeiro-outubro de 2023, o Chile exportou 2.944.000 toneladas de frutas, por um valor FOB de US$ 6.850 milhões, (os valores de vendas estão sujeitos a ajustes pelo IVV1).

Em comparação com o mesmo período de 2022, trata-se de uma diminuição do volume exportado de 5,4 por cento e de um aumento de 9 por cento do valor, conforme reportado pela Odepa.

Deste total em valor, 70,7 por cento correspondem a fruta fresca, 20,1 por cento a fruta transformada (sumos, óleos, conservas, congelados, desidratados) e 9,1 por cento a frutos secos (nozes, amêndoas, avelãs, entre outros).

As frutas frescas atingiram vendas de 2.254.000 mil toneladas, equivalente a US$ 4.850 milhões FOB no período analisado. Estas exportações registaram uma diminuição em volume de 6,6 por cento, e em valor um aumento de 13,2 por cento face ao mesmo período do ano anterior.

 

O principal produto exportado no período de análise neste grupo foram as cerejas, registando um volume de 302.842 toneladas, equivalente a 1.820 milhões de dólares FOB, o que representa 37,6 por cento do valor total exportado de frutas frescas no período de análise. Um aumento de 6,1 por cento em volume e 21,9 por cento em valor é evidente nos embarques desta fruta, em comparação com o mesmo período de 2022. O principal destino é a China (91,1 por cento do valor total das exportações de cerejas chilenas foram enviados para aquele país).

As uvas de mesa vêm em seguida em importância, com 495.308 toneladas equivalentes a US$ 892,7 milhões FOB, o que representa 18,4% do valor total das exportações de frutas frescas. Regista-se uma diminuição dos envios de 18 por cento em volume e um aumento de 3,5 por cento em valor, face ao mesmo período do ano anterior, destacando-se os Estados Unidos como principal comprador neste período (47,7 por cento) e a China ( 13,1 por cento). por cento).

Em terceiro lugar estão as maçãs, com embarques de 461.500 toneladas equivalentes a 484 milhões de dólares FOB, representando 10 por cento do valor total das exportações de frutas frescas. Há uma redução de 20,3% no volume expedido e de 1,1% no valor, em comparação com o mesmo período do ano passado. O principal país de destino foram os Estados Unidos (que concentra 14 por cento do valor total dos embarques de maçã), seguido pela Colômbia (que concentra 13 por cento) e pelo Brasil (10 por cento).

E em quarto lugar estão os mirtilos, com embarques de 72.992 toneladas e US$ 327 milhões FOB, equivalente a 6,7 ​​por cento do valor total das exportações de frutas frescas. Há uma redução de 19,5% no volume expedido e de 8,8% no valor em comparação com o mesmo período do ano passado. Os principais destinos foram os Estados Unidos (48,6 por cento) e os Países Baixos (19,3 por cento).

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