Capacidade de crescimento e comércio da China é fundamental para avançar na recuperação global, diz sindicato chileno de exportação

A China é um dos principais mercados das frutas frescas chilenas e os exportadores chilenos buscam ampliar as oportunidades naquele país, primeiro destino das cerejas produzidas nos vales da zona centro-sul, que recebe 88% da produção anual. equivalente nesta temporada a 83 milhões de caixas de cinco quilos.

A capacidade de crescimento da economia chinesa e o potencial de intercâmbio comercial do país asiático são essenciais para avançar na recuperação global após a pandemia, em meio à crise econômica que assola o mundo, disse à Xinhua o presidente da Associação de Exportadores de Frutas Chilenas (ASOEX), Iván Marambio.

«Hoy en este mundo globalizado, interconectado, la capacidad de crecimiento y de intercambio comercial de una potencia como lo es China es fundamental para el crecimiento global. Sin el movimiento que genera China en el mundo, especialmente en países como Chile, no habría crecimiento en el resto del mundo», afirmó Marambio.

O líder da ASOEX visitou a China de norte a sul em janeiro passado, no auge da temporada de exportação de cerejas chilenas, uma fruta vermelha muito apreciada pelos consumidores chineses por seu sabor doce e cor intensa.

A motivação para esta viagem de quase dez dias foi reafirmar a China como um dos principais mercados de frutas frescas chilenas e ampliar as oportunidades naquele país, primeiro destino das cerejas produzidas nos vales da zona centro-sul, que recebe 88 % da produção anual, o que equivaleria nesta temporada a 83 milhões de caixas de cinco quilos.

«Empezamos el viaje en Dalian, luego nos fuimos a Shanghai, pasamos por Shenzhen, Guangzhou (…) Tuvimos la posibilidad de reunirnos con gente de los puertos, de cadenas de supermercados, del e-commerce (…) Estuvimos con mercados mayoristas, autoridades, importadores, recibidores y exportadores chilenos allá», explicó Marambio.

A digressão coincidiu com a flexibilização das medidas na China para otimizar a resposta à COVID-19, plano que teve início a 8 de janeiro com a abertura das fronteiras. Marambio desembarcou naquele país no dia 10 de janeiro, dois dias após o retorno à normalidade na China, pouco antes das comemorações do Ano Novo Lunar, em 22 de janeiro.

«La idea era estar de inmediato allá en cuanto se levantaran las restricciones de COVID-19 (…) Para nosotros es muy relevante el mercado chino, no solo por las cerezas, sino que por toda nuestra fruta. Nos interesaba dar una señal de que es un mercado tremendamente importante», señaló el líder gremial.

Para Marambio, quien viajó a China por última vez en 2018, fue «impresionante» la situación de naturalidad que encontró en China, así como la modernización en infraestructura llevada a cabo en el periodo de cierre. Esto, después de tres años de alertas por la pandemia.

«Eso habla de la resiliencia de la población y de la economía china», dijo.

El representante destacó la agilidad en los trámites, el ajetreo de las ciudades y los puertos, junto con la alta afluencia de público en los mercados que recorrió; una buena noticia para los productores locales que compiten por la preferencia del «sofisticado» consumidor chino.

«China va a la cabeza de la evolución del consumidor mundial (…) El consumidor chino es muy exigente, la calidad es fundamental (…) Es impresionante ver al consumidor revisando la fruta, quiere llevar el mejor producto, un buen producto», comentó Marambio.

Por sua vez, ele mencionou que a explosão incomparável do comércio eletrônico na China evoluiu na forma como os compradores compram produtos, com os quais os comerciantes do país sul-americano tiveram que se adaptar a essa tendência crescente.

Para tal, a ASOEX renovou recentemente um acordo de cooperação com o Grupo Alibaba dedicado à análise das preferências dos consumidores na China em termos de canais de compra, tipo de produto, meios de pagamento, entre outros.

«Para nosotros es inimaginable una disminución de la potencialidad de China o un cambio en su relacionamiento con el mercado chileno. Es fundamental para nosotros», recalcó el directivo al respecto.

Nas últimas décadas, o Chile se consolidou como um país puramente exportador com uma política de abertura econômica ao mundo que promove o comércio, o que funciona como um impulsionador de sua economia interna.

Dessa forma, a China conseguiu em 2009 se tornar o principal parceiro comercial do país sul-americano e um dos primeiros destinos de produtos nacionais como o cobre e uma série de alimentos.

«El caso de las cerezas es un ejemplo muy claro. El crecimiento de las cerezas, hoy convertidas en la principal fruta de exportación de Chile por valor exportado, se ha producido por el mercado chino, por el consumo que se produce en China», señaló Marambio.

Nesse cenário, os produtores chilenos buscam entrar cada vez mais naquele imenso país, para chegar a mais portos e cidades do interior com frutas frescas.

«Vamos a seguir penetrando China y ahí nos podremos encontrar con un consumidor que tenga diferentes características que, obviamente, también queremos conocer (…) Queremos que la fruta llegue lo más extendidamente posible a China», concluyó el presidente de ASOEX.

Segundo dados da ASOEX, entre 2021-2022, foram exportadas 356.348 toneladas de cerejas, das quais 313.237 foram enviadas para a China.

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