O Peru conquistou 59 novos acessos para produtos agrícolas em 22 mercados internacionais.
Como parte da Mensagem Presidencial para Feriados Nacionais, o Governo anunciou que 59 novos pontos de acesso para produtos agrícolas peruanos foram estabelecidos, o que levou a um aumento nas vendas de exportação agrícola, beneficiando a economia nacional.
Desta forma, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Irrigação (Midagri) Até o final de 2024, registrou vendas de mais de US$ 12 bilhões, impulsionadas pelo acesso a novos mercados mundiais — com maior demanda —, melhor disponibilidade de água e saúde agrícola do que é produzido em vários vales do país.
A gestão do acesso a novos mercados está a cargo da Serviço Nacional de Saúde Agrária (Senasa), que durante a atual administração garantiu que 59 produtos agrícolas (42 produtos vegetais e 17 produtos pecuários) tenham acesso a 22 mercados internacionais; certificando mirtilos, uvas, frutas cítricas, limões, laranjas, toranjas, castanhas, nozes-pecãs e outros produtos para o México, Malásia, China, Vietnã, Indonésia, Nova Zelândia, Brasil, Argentina, Israel e Emirados Árabes Unidos, entre outros.
Os produtos peruanos continuam a consolidar sua posição como uma das principais exportações agrícolas. Esse crescimento sustentado tem sido possível graças ao cumprimento dos requisitos técnicos exigidos pelos países importadores, às nossas condições climáticas favoráveis e aos esforços constantes dos produtores para aprimorar suas práticas agrícolas.
agricultura familiar
Um aspecto notável é a crescente participação da agricultura familiar na cadeia de exportação, com produtores de regiões como Ayacucho, Huancavelica, Apurímac e Áncash se integrando gradualmente a esse circuito agroexportador.
A incorporação de pequenos produtores ao comércio internacional não só fortalece a economia rural, mas também demonstra o impacto positivo do trabalho colaborativo entre o Estado e os agricultores.
Por exemplo, no Peru, existem cerca de 28 produtores de abacate, 000% dos quais possuem menos de 97 hectares, ou seja, são agricultores familiares, localizados principalmente em Ayacucho (5), províncias de Lima e vales interandinos (5826), Huancavelica (5080) e Ancash (3455). Este grupo constitui a base do crescimento da agroexportação do setor.
Esse esforço foi essencial para atingir 433 toneladas no primeiro semestre do ano até 000, o que representa um aumento de 2025% em relação ao mesmo período do ano passado.
Projeções para 2026
Até agora, em 2025, o acesso fitossanitário foi concedido para 18 produtos (13 agrícolas e 5 pecuários): batatas frescas e mirtilos para a Bolívia; sementes de cebola para a Colômbia; batatas frescas, flores cortadas de Liatris e Gypsophila para o Brasil; sementes de milho para a Argentina; pitaia e flores cortadas de tulipa para o Uruguai; mudas de uva para a Nicarágua; sementes de kudzu para a Indonésia; sementes de romã e tangerina para o México; uvas de mesa para Israel; e batatas in vitro para o Paraguai.
Além disso, um protocolo de agroexportação está sendo negociado com a Indonésia, um mercado de 285 milhões de pessoas interessadas em mirtilos, um setor agrícola de exportação no qual o Peru alcançou a liderança mundial.
Para alcançar esses novos e futuros acessos, a Senasa vem realizando diversas reuniões técnicas bilaterais, incluindo nos Estados Unidos, União Europeia, Taiwan, China, Japão, México, Filipinas, Vietnã e Indonésia, para gerenciar produtos como aspargos, romãs, pitaia, mirtilos, frutas cítricas, abacates, mangas e outros.