Produção de mirtilo no México cresce 5 anos consecutivos

Produção de mirtilo em México cresceu por cinco anos consecutivos, atingindo 50.293 toneladas em 2020, relatou o Secretario de agricultura.

Depois de passar de 15.000 para 29.000 toneladas de 2015 a 2016, a produção de mirtilo do México subiu para 37.000 toneladas em 2017, 40.000 toneladas em 2018 e 49.000 toneladas em 2019.

De uma perspectiva mais ampla, a produção dessa baga cresceu exponencialmente nos últimos 10 anos, registrando uma taxa média de crescimento anual de 25,1%.

Em 2020, foram alocados 4.700 hectares, o que gerou uma produção de 50.000 mil toneladas, 2,6% a mais que no ano anterior.

Embora possa ser consumido como fruta de mesa, a sua principal utilização consiste no preparo de diversos produtos derivados como compotas, marmeladas, purés, geleias e sumos.

Entre os estados produtores do México, Jalisco gerou 31,5% do valor da produção nacional, enquanto sua receita com a venda de 23.169 toneladas foi de 869 milhões de pesos.

Produção de mirtilo

Em geral, as exportações de bagas eles continuam passando por um momento favorável.

No caso do mirtilo, o volume vendido para o exterior durante 2020 atingiu o valor de 399 milhões de dólares.

Da mesma forma, 95,9% do volume exportado foi para o mercado norte-americano e o restante, para 34 países.

O México é especializado na produção e comércio exterior de mirtilos, enquanto as importações de mirtilos predominam.

O mirtilo é um tipo de arbusto de folha caduca de 20 a 60 cm de altura que é cultivado principalmente para o fruto.

Pertence à família Ericaceae e é muito apreciada nos países do Hemisfério Norte, principalmente nos Estados Unidos.

Quanto ao produto, é uma baga esférica que mede 1 a 2 cm de diâmetro, de cor azul intensa a suave, daí o nome inglês de mirtilo.

Além disso, a sua epiderme é recoberta por uma cerosa característica importante que, juntamente com a sua consistência, torna a sua durabilidade pós-colheita muito superior à de outras bagas como a framboesa ou a groselha.

O maior importador mundial é Estados Unidos, que gastou cerca de 1.393 milhões de dólares em 2020 para sua aquisição.

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